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Simulações de chuva

 

De modo a avaliar a perda efetiva de solo no período de maior risco de erosão (menor cobertura vegetal + maiores registos de precipitação intensiva), foram realizadas simulações de chuva em diferentes usos no final da época estival, considerando os usos do solo mais comuns na região, procurando comparar os sistemas tradicionais de uso do solo (olivais e pastagens tradicionais) e intensivos (amendoeiras) instalados nos últimos anos.

 

 

Figura 1. Registo fotográfico das simulações de chuva. A. Simulação de chuva: 1 – Plataforma, 2 - Invólucro de proteção contra o vento, 3 - Bomba que fornecia a água, 4 - Recipiente com água. B. Recolha e armazenamento da escorrência de água e sedimentos em garrafas. C. Microparcela circular onde se realizava a simulação de chuva. D. Ravinamento associado à passagem de maquinaria em plantação de amendoal.

 

 RESULTADOS

Os resultados obtidos mostram que com chuvas de grande intensidade, os olivais tradicionais e os amendoais intensivos registaram os valores mais elevados de escoamento, pelo que os solos destas parcelas, com a presença de uma cobertura vegetal muito pobre e com baixa infiltração, favorecem o escoamento superficial.

 

Figura 2. Gráfico com dados obtidos nas simulações de chuva

 

 

Os resultados também mostram que a perda de solo em solos em regime intensivo, nomeadamente associados a amendoais (sendo estes sido instalados nos últimos 5 anos) sem cobertura vegetal residual ou nula, é significativamente superior face aos regimes extensivos tradicionais, que mantêm, mesmo no período seco, uma cobertura vegetal anual baseada em herbáceas. 

 

Nos terrenos de amendoais foi possível observar a passagem de maquinaria nos terrenos, o que contribui também para a destruição da cobertura vegetal, desestruturando o solo e reduzindo o número de obstáculos ao escoamento superficial, contribuindo assim para que haja um transporte de sedimentos mais eficiente. 

 

Os dados obtidos também provaram que os altos valores de erosão observados em pomares intensivos podem ser mitigados com a implantação de uma cobertura vegetal capaz de proteger o solo do impacto direto das chuvas.

 

BIBLIOGRAFIA

Nunes, A.N.; Gonçalves, J.P.; Figueiredo, A. (2023). Soil Erosion in Extensive versus Intensive Land Uses in Areas Sensitive to Desertification: A Case Study in Beira Baixa, Portugal. Land  12, 1591. https://doi.org/10.3390/land12081591